quinta-feira, 7 de junho de 2018

Resumo Operação Boca Livre

Em 28 de junho de 2016, se iniciava a primeira culminância de ações da operação Boca Livre, que com a prisão de 14 pessoas, trouxe à tona a mídia o escândalo do esquema de desvio de dinheiro através do Ministério da Cultura, onde inicialmente se apontou um desvio de 180 milhões, e a soma foi crescendo, não sabendo exatamente até hoje o montante que foi desviado através da lei de incentivo à cultura; Lei Rouanet. O esquema acontecia a pelo menos 15 anos. Quando foi deflagrado o escândalo do casamento, a família Bellini virou foco da mídia, com vídeo que foi repassado incessantemente do casamento chiquérrimo, da família Bellini, realizado em um resort, na praia de Jurerê em Florianópolis, (( custando ?!?)) bancados pela da Lei Rouanet! O escândalo iniciou com o noivo e seus pais sendo presos, nesta primeira etapa da operação em 28/06. Com o escândalo, veio a tona uma falha, de anos de má fiscalização no Ministério da Cultura. Como se deu? A Polícia Federal deflagrou a operação para imprensa e deu ciência que tudo foi pago com dinheiro desviado da Cultura, dinheiro que havia sido liberado e licitado para criar uma apresentação pública de uma orquestra sinfônica. Segunda fase: Em 6 de novembro de 2017, iniciou-se a operação boca Livre S A; com a segunda etapa, curiosamente após meses de silêncio da mídia, após o grande escândalo do casamento, nenhuma reportagem neste meio tempo sobre o assunto, volta o tema para mídia; Em uma denúncia de 167 páginas à justiça federal ( SP), o Ministéreo Público Federal acusa executivos ligados a empresas que teriam desviado o recursos públicos através dos incentivos fiscais. Nesta etapa são 32 denunciados por fraude na lei rouanet. O grupo Bellini, dos pais e do noivo, se tornam o principal alvo de dissecação nesta investigação, a denúncia comprova que o grupo Bellini era estruturado com hierarquia e divisão de funções com características do crime organizado. Os seus executivos, e executivos ligados as empresas patrocinadoras, são denunciados por associação criminosa, estelionato contra a união e falsidade ideológica. A procuradoria denunciou que o grupo forjava a execução de projetos culturais, e o Ministério Público Federal sustentou que o grupo Bellini simulou estes projetos. Nesse momento ocorre busca e apreensão em 29 empresas patrocinadoras que atuavam em conjunto com o grupo Bellini, provando que as mesmas, se associavam, através de seus integrantes, exclusivamente no intuito de desviar recursos. O relatório final da primeira operação, indicia executivos e funcionários de 10 empresas são elas; intermediário Notre Dame KPMG Lojas Cem nycomed Pharma ( Takeda) grupo Colorado Cecil S A Scania Roldão demarest Advogados laboratório Cristália. Com isso, vieram a tona fragilidades do Ministério da Cultura ( MinC) na concessão e fiscalização dos recursos públicos, afinal foi a falta de fiscalização que permitiu fraudes desde o início de sua existência em 1992. E ocorreram ate 2013, possibilitados através de um sistema que tinha ausêcia de confêrencia de projetos e auditoria. Como se desenrolou? O inquérito foi aberto em 2014 e seguiu para Polícia Federal em novembro de 2015. O Ministério foi informado dos indícios de irregularidades envolvendo projetos do grupo e servidores da pasta. Foram descobertas adulterações de documentos. O minc iniciou investigação interna em 2011, e iss de deu a partir de denúncia recebida pelo Ministério Público. As irregularidades notificadas foram informadas ao Ministério da Transparência e controladoria-geral da União em 2013, resultando as ações e tentativas do Ministério Público, que passa a desabilitar as empresas identificadas, a não concorrência com projetos. O Minc passou a desabilitar empresas e comunicar ao Ministério Público e a controladoria-geral da União ao curso das Investigações, as empresas fraudulentas, e as mesmas, mostraram potencial criminoso, agil e abrangente como organização criminosa, que passavam rapidamente a atuar através de outros CNPJs.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Publicações & Reportagens












http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/lei-rouanet-pagou-ate-festa-de-casamento-aponta-boca-livre/

Operação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União investiga fraude de R$ 180 milhões na legislação













Fausto Macedo e Julia Affonso
28 Junho 2016 | 08h10
Folha de São Paulo

G1:

Polícia Federal prende 14 por fraude de R$ 180 milhões na Lei Rouanet
Grupo atuou por 20 anos no Minc e desviou cerca de R$ 180 milhões. 14 pessoas foram presas, entra elas um produtor cultural.
28/06/2016 07h35 - Atualizado em 29/06/2016 12h50
https://globoplay.globo.com/v/5152236/#

https://youtu.be/kDsz4ylN61A
" 28/06/2016 PF prende 14 por fraude no ministério da Cultura rombo chega até 170 milhões " 
28/06 Jôrnal da Gazeta
https://youtu.be/YmODbs9co0c
https://youtu.be/YmODbs9co0c

Cntv 28/06/2016 
https://youtu.be/DGhLPSQjuOE



sexta-feira, 11 de maio de 2018

Dissecando a Operação Boca Livre

Foto: Felipe Rau / Estadão


Em (mês) do ano de 2016, como um dos braços da Operação Lava Jato. 


 Ministério da Cultura, as empresas Bellini Eventos Culturais, Scania, KPMG e o escritório de advocacia Demarest, Roldão, Intermedica Notre Dame, Laboratório Cristalia, Lojas 100, Nycomed Produtos Farmacêuticos e Cecil

Acusados da Operação Boca-Livre chegando ao Fórum Ministro Jarbas Nobre para prestar depoimento

1ª Fase - Em 28 de junho de 2016, 124 policiais federais e servidores da Controladoria Geral da União cumpriram 14 mandados de prisão temporária e 37 mandados de busca e apreensão em São PauloRio de Janeiro e no Distrito Federal, todos expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal em São Paulo. A investigação cita o Ministério da Cultura, as empresas Bellini Eventos Culturais, Scania, KPMG e o escritório de advocacia Demarest, Roldão, Intermedica Notre Dame, Laboratório Cristalia, Lojas 100, Nycomed Produtos Farmacêuticos e Cecil.[5]Foram 14 presos na operação.[6] Os donos da produtora Bellini Cultural e o produtor cultural Fábio Ralston estão entre os presos.[4]

Resumo Operação Boca Livre

Em 28 de junho de 2016, se iniciava a primeira culminância de ações da operação Boca Livre, que com a prisão de 14 pessoas, trouxe à ...