sexta-feira, 11 de maio de 2018

Dissecando a Operação Boca Livre

Foto: Felipe Rau / Estadão


Em (mês) do ano de 2016, como um dos braços da Operação Lava Jato. 


 Ministério da Cultura, as empresas Bellini Eventos Culturais, Scania, KPMG e o escritório de advocacia Demarest, Roldão, Intermedica Notre Dame, Laboratório Cristalia, Lojas 100, Nycomed Produtos Farmacêuticos e Cecil

Acusados da Operação Boca-Livre chegando ao Fórum Ministro Jarbas Nobre para prestar depoimento

1ª Fase - Em 28 de junho de 2016, 124 policiais federais e servidores da Controladoria Geral da União cumpriram 14 mandados de prisão temporária e 37 mandados de busca e apreensão em São PauloRio de Janeiro e no Distrito Federal, todos expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal em São Paulo. A investigação cita o Ministério da Cultura, as empresas Bellini Eventos Culturais, Scania, KPMG e o escritório de advocacia Demarest, Roldão, Intermedica Notre Dame, Laboratório Cristalia, Lojas 100, Nycomed Produtos Farmacêuticos e Cecil.[5]Foram 14 presos na operação.[6] Os donos da produtora Bellini Cultural e o produtor cultural Fábio Ralston estão entre os presos.[4]

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